1 de novembro de 2011
Festa de Todos os Santos - 1º Novembro
Festa de Todos os Santos - 1º Novembro
22 de junho de 2011
Corpus Christi
11 de junho de 2011
Domingo de Pentecostes: Nele faremos morada
Convém, caríssimos irmãos, tratar com brevidade das palavras da leitura evangélica, para que, depois, possamos permanecer mais tempo na contemplação de tamanha solenidade. Eis que hoje o Espírito Santo vem sobre os discípulos com um estrondo repentino, mudando as suas idéias das coisas carnais para o seu amor, e, por fora aparentando como línguas de fogo, por dentro se fizeram labaredas no coração, porque, enquanto recebiam Deus na visão de fogo, ardiam suavemente por amor. Este Espírito Santo, pois, é o amor: por isso mesmo diz João: "Deus é amor". Portanto, aquele que deseja a Deus com reta intenção, já possui Aquele Que ama, visto que ninguém poderia amar a Deus se não tivesse Aquele Que ama.1 de junho de 2011
In Ascensione Domini
Por Dom Gaspar Lefebvre, O.S.B
Ao terminar sua vida terrestre, Jesus sobe ao Céu como triunfador. A Igreja aclama-O na sua humanidade santa, chamada a sentar-se à direita do Pai e a partilhar a sua glória. Mas a Ascensão de Jesus é o penhor da nossa. Animada de imensa esperança a Igreja ergue os olhos para o seu Chefe, que a precedeu na pátria celeste e nela a introduziu em sua pessoa, porque o Filho de Deus, tendo incorporado a Si aqueles que a inveja do demônio expulsara do paraíso terrestre, os leva com’Sigo, na sua Ascensão para o Pai.
Toda a vida da Igreja se enquadra entre a Ascensão do Senhor e a sua segunda vinda, no fim dos tempos. Segura de não ser iludida em sua esperança, propaga a mensagem do Senhor e difunde, por toda a parte, a sua graça até o dia em que Ele há de voltar, para introduzir definitivamente, na glória de seu Pai, todos aqueles que veio arrancar ao poder de Satanás.
Fonte: http://www.saopiov.org
24 de abril de 2011
Domingo de Páscoa
Coleta – Ó Deus, que pelo triunfo do vosso Filho Unigênito sobre a morte, nos abristes hoje de novo o caminho da eternidade, fazei que realizemos com a vossa ajuda os desejos que a vossa graça nos inspira. Pelo mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo.
O Cordeiro resgatou as ovelhas. Cristo inocente
reconciliou com o Pai os pecadores.
A morte e a vida travaram entre si singular combate;
e o Autor da vida, havendo morrido,
reina agora vivo.
Vi o túmulo de Cristo que está vivo
e a sua glória de ressuscitado;
Cristo, a minha esperança, ressuscitou
e preceder-vo-á na Galiléia.
dos mortos. Vós, ó Rei vitorioso,
tende misericórdia de nós.
Amém. Aleluia.
17 de abril de 2011
Domingo de Ramos
2. Math. 21, 9.
3. Or. Dom. curr.
2 de abril de 2011
Missa do quarto domingo da Quaresma
Intróito. Is. 66, 10 e 11. Rejubila , Jerusalém, e vós todos que a amais, reuni-vos para partilhar do seu júbilo. Regozijai-vos com ela de prazer, vós que tendes vivido na tristeza, porque sereis fartos de consolações abundantes. Sl. Alegrei-me naquilo que me foi dito: Iremos para a casa do Senhor. V. Glória ao Pai.Coleta – Daí, Senhor onipotente, que sendo merecidamente castigados pela nossa má conduta, encontremos refrigério na paz da vossa graça. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.
26 de março de 2011
Missa do terceiro domingo da Quaresma
19 de março de 2011
Missa do segundo domingo da Quaresma
12 de março de 2011
Missa do primeiro domingo da Quaresma
O que habita à sombra do Altíssimo, na proteção do Deus do Céu descansará. Dirá ao Senhor: Tu és o meu defensor e o meu refúgio; o meu Deus em Quem esperei. Porque Ele livrou-me do laço dos caçadores e das palavras venenosas. Cobrir-te-á com as suas asas, e debaixo das suas penas vivevrás na esperança. A sua verdade cercar-te-á como um escudo, e não recearás os terrores da noite, Nem a seta que voa de dia, nem o inimigo que anda nas trevas, nem os assaltos do demônio do meio-dia. Cairão mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; a ti, porém, nada te atingirá. Porque Ele incumbiu os seus anjos de velar por ti, e que te guardassem em todos os teus caminhos. Eles te levarão nas suas mãos, para que não tropeces nas pedras do caminho. Sobre o áspide e o basilisco andarás, e calcarás aos pés o leão e o dragão. Porque esperou em Mim, livrá-lo-ei; protegê-lo-ei, porque conheceu o meu Nome. Clamará a Mim, e Eu ouvi-lo-ei: com ele estou na tribulação. Livrá-lo-ei, e glorificá-lo-ei: enchê-lo-ei de dias, e mostrar-lhe-ei a minha salvação.
19 de fevereiro de 2011
A Época da Páscoa
- – Em cada igreja paroquial e conventual celebra-se uma só Missa, na qual os outros sacerdotes recebem da mão do celebrante a Santa Comunhão para imitar, de forma particular, a ceia do Senhor, em que Jesus fez pela primeira vez a consagração e os apóstolos comungaram de sua mão.
- – A Igreja parece esquecer sua dor por um instante, para festejar o grande mistério da Eucaristia. Os paramentos sacerdotais e o véu da Cruz do Altar-mor são de cor branca; ouve-se o cântico “Glória”, durante o qual repicam solenemente todos os sinos, emudecendo depois até ao Sábado de Aleluia.
- – O Padre consagra duas hóstias grandes, uma das quais conserva para o ofício da Sexta-feira Santa, porque naquele dia, em que Jesus Cristo ofereceu o sacrifício cruento no monte Calvário, não há consagração nas santas funções.
- – Terminada a Missa, leva-se solenemente para o outro altar festivamente preparado e chamado santo sepulcro, a segunda hóstia grande que acaba de ser consagrada e que há de servir no dia imediato, para a Missa dos pressantificados.
- – Depois da cerimônia precedente, retiram-se do Altar-mor o Santíssimo, adornos, panos, etc., enquanto o sacerdote, com os ministros, reza o salmo 21, no qual David profetizou a paixão do Salvador com as circunstâncias de sua morte no Calvário. Os bispos consagram nas catedrais, durante a Missa, os santos óleos que devem servir para a administração do batismo e da extrema-unção, e em seguida o santo crisma, usado no batismo, na confirmação e na sagração de novos bispos.
- – Em memória da humildade de Jesus, que neste dia lavou os pés aos apóstolos, o bispo em sua catedral, os superiores em suas igrejas de conventos, lavam os pés de doze pobres (ou súditos), beijam-nos com respeito, enxugam-nos com as próprias mãos, compenetrados dos mesmos sentimentos de humildade e caridade que tinha o Salvador.
- – Durante todo esse dia as irmandades e os fiéis em geral fazem a guarda de honra a Jesus Sacramentado.
- – Bênção do fogo novo, que se tira dum sílex, e com o qual se acende um círio de três bicos, outras velas e a lâmpada do santuário;
- – Bênção do círio pascal, como o canto do Exsultet;
- – Leitura das profecias;
- – Bênção da água batismal;
- – Ladainha de todos os Santos; e
- – Missa solene com Glória, durante a qual se tocam os sinos e se cantam as Aleluias.
25 de janeiro de 2011
O Altar
5 de janeiro de 2011
Tempo da Epifania
24 de dezembro de 2010
Próprio do Tempo
O Ano Eclesiástico ou Litúrgico começa no 1º Domingo do Advento que cai em fin de Novembro ou em princípios de Dezembro e termina na última semana depois de Pentecostes.
Compreende duas partes diferentes: a do PRÓPRIO DO TEMPO e a do PRÓPRIO DOS SANTOS.
A primeira, a mais antiga, traz às nossas considerações Nosso Senhor Jesus Cristo no quadro tradicional dos grandes mistérios da religião cristã.
A segunda, compõe-se de todas as festas dos santos que Deus juntou a Nosso Senhor para cumprir a obra magna da Rendenção.
O PRÓPRIO DO TEMPO divide-se em seis períodos:
1º TEMPO DO ADVENTO: 4 semanas, sendo a última, mais ou menos completa.
2º TEMPO DO NATAL E DA EPIFANIA: de 4 a 8 Domingos.
3º TEMPO DA SETUAGÉSIMA: 3 semanas.
4º TEMPO DA QUARESMA E PAIXÃO: 6 semanas.
5º TEMPO DA PÁSCOA: 8 semanas.
6º TEMPO DEPOIS DE PENTECOSTES: de 23 a 28 Domingos.
NATAL
Compreende este tempo o período entre o Natal do Senhor e a Epifania. É tempo de santa júbilo, de ações de graças e de alegres festas; tudo inspirado pela contemplação de um Deus feito Menino e de uma Virgem Mãe. A Igreja deixa transbordar essa alegria santa nos Ofícios destes dias, na cor branca dos paramentos, nas harmonias do orgão, etc.
É tempo de meditações e de proveitosos ensinamentos, relembrando:
a) O amor infinito de Jesus Cristo, encarnado para salvar-nos do pecado e da morte eterna;
b) As circusntâncias de seu nascimento ensinam-nos a renunciar às vaidades do mundo e a estimar a pobreza e o trabalho;
c) A doçura e suavidade de seu santíssimo Nome, que devemos invocar com fé viva, terno amor e inteira.
Fonte: MISSAL (Para Domingos e Festas) - Editora do Brasil S/A. Coleção F.T.D.
2 de dezembro de 2010
"Não existe nenhum texto na Tradição que sustente a comunhão na mão"
29 de novembro de 2010
O sino do Ângelus: simbolismo e efeitos benéficos
O Ângelus compõe-se de duas partes essenciais: a oração e o som do sino. O sino dá ao Ângelus uma solenidade excepcional.Ao estridor dos sinos - acrescenta um de nossos antigos liturgistas - os espíritos das trevas são penetrados de terror, da mesma forma que um tirano se espanta quando ouve ressoar nas suas terras as trombetas guerreiras de um monarca seu inimigo.
17 de novembro de 2010
Matéria e Forma do Sacramento da Eucaristia

PEGUES, Tomaz, O. P. A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de catecismo: para uso de todos os fiéis. Taubaté: Editora SCJ, 1942, p. 219-221.









